
A Inglaterra assustou de novo. Na quarta-feira, contra a RD Congo, o time de Thomas Tuchel repetiu o roteiro que já virou marca registrada: começo lento, sufoco, e salvação tardia com dois gols de Harry Kane — de duas formas diferentes — e substituições que mudaram o jogo. Venceu? Venceu. Convenceu? Nem de longe. E para o torcedor brasileiro que sonha com o Hexa, fica o recado: esse favorito europeu está muito abaixo do nível necessário para bater as grandes seleções da Copa do Mundo 2026.
O que aconteceu em Inglaterra x RD Congo?
A Inglaterra virou o jogo contra a RD Congo na quarta-feira, na Copa do Mundo 2026, com dois gols de Harry Kane, depois de mais um primeiro tempo apagado. O padrão se repete: início lento, adversário crescendo na partida, e o capitão inglês resolvendo no fim.
Kane balançou a rede de duas formas diferentes e mostrou por que segue sendo um centroavante de classe mundial. Mas um jogador só não carrega uma Copa inteira. Quantas vezes ele ainda vai conseguir esconder os problemas coletivos dos Three Lions?
As substituições de Tuchel decidiram o jogo
O ponto de virada foram as mudanças de Thomas Tuchel: os jogadores que saíram do banco transformaram a partida e garantiram a virada sobre a RD Congo. O treinador alemão pelo menos provou que sabe ler o jogo e corrigir a rota no intervalo.
O problema é óbvio. Um técnico que precisa consertar o time titular em todo jogo é um técnico que ainda não encontrou a formação ideal. Contra as potências do mata-mata, não existe esse luxo de acordar só no segundo tempo.
Por que essa Inglaterra não ganha a Copa jogando assim
O veredicto da imprensa inglesa é duro: sem evolução rápida, a Inglaterra não tem nenhuma chance de levantar a taça em 2026. Os começos lentos se acumulam, a dependência de Kane é total, e o futebol apresentado está muito aquém do status de candidato ao título.
Vencer sofrendo contra a RD Congo é obrigação para quem quer ser campeão do mundo. Contra Brasil, Espanha ou França, um primeiro tempo daquele nível custa a classificação. Simples assim.
O que isso significa para o Brasil de Ancelotti
Para o Brasil, que caminha na Copa sob o comando de Carlo Ancelotti sonhando com o Hexa, a fragilidade inglesa é uma boa notícia: um dos favoritos ao título mostra rachaduras evidentes antes mesmo do mata-mata. Se as duas seleções se cruzarem, a Seleção terá armas para explorar esses começos apáticos.
Mas cuidado com a armadilha. Time que vence jogando mal aprende a sobreviver em Copa — e a Inglaterra tem em Kane um matador que pune qualquer vacilo. Respeito sim, medo não.
FAQ
Quem marcou os gols da Inglaterra contra a RD Congo?
Harry Kane marcou duas vezes, balançando a rede de duas formas diferentes. O capitão inglês foi o grande responsável pela virada sobre a RD Congo na quarta-feira, pela Copa do Mundo 2026.
Por que a atuação da Inglaterra preocupa?
Porque o time repetiu o começo lento que virou padrão e só virou o jogo depois das substituições de Thomas Tuchel. Esse nível de futebol é considerado muito abaixo do necessário para bater as grandes seleções do torneio.
As substituições de Tuchel foram decisivas?
Sim. As mudanças feitas por Tuchel transformaram a partida e garantiram a virada da Inglaterra sobre a RD Congo. Foi o ponto mais positivo da atuação inglesa.
A Inglaterra ainda pode ganhar a Copa do Mundo 2026?
No papel, sim: o elenco é forte e Harry Kane segue em nível de classe mundial. Mas no ritmo atual, com começos lentos repetidos e dependência total do capitão, a Inglaterra está longe do nível exigido para ser campeã.
Isso é bom para o Brasil na briga pelo Hexa?
Em parte, sim. Um dos favoritos ao título mostra falhas claras antes do mata-mata. Mas seleções que vencem sofrendo aprendem a sobreviver, e Kane pune qualquer erro — o Brasil deve respeitar, sem temer.
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