
Gianni Infantino sofreu o golpe mais duro de sua gestão na Fifa. A Federação Galesa de Futebol (FAW) retirou oficialmente o apoio à candidatura do dirigente à reeleição para o mandato 2027-2031, tornando o País de Gales a primeira nação do mundo a romper publicamente com o presidente da entidade. O estopim foi o plano fracassado de vender participações nas competições da Fifa a fundos de investimento privados, que gerou revolta global e até ameaça de boicote da Uefa. Uma federação pequena abriu a porteira. Quem passa por ela agora?
País de Gales rompe com Infantino: o que aconteceu
A FAW confirmou “a retirada do apoio à candidatura do Sr. Gianni Infantino à reeleição como presidente da Fifa para o mandato 2027-2031”, segundo a BBC. É a primeira federação nacional a tomar essa posição publicamente. No mundo da política do futebol, onde quase tudo se resolve nos bastidores, um rompimento anunciado em comunicado oficial é um recado dos mais pesados.
A decisão vem na esteira da perda de confiança no presidente da Fifa após seus planos, já engavetados, de vender fatias das competições da entidade a firmas de investimento privado. O projeto morreu, mas a desconfiança ficou. E desconfiança, em ano pré-eleitoral, é veneno puro.
O plano de venda a fundos privados que incendiou o futebol mundial
O projeto de Infantino previa vender participações nas competições da Fifa a empresas de investimento privado, um negócio bilionário que provocou revolta imediata em escala global. A Uefa, entidade que comanda o futebol europeu, chegou a ameaçar boicote. Diante da pressão, o plano foi abandonado.
O detalhe curioso: Infantino construiu a carreira justamente na Uefa, onde ocupou vários cargos importantes antes de assumir a Fifa em 2016. Hoje, é a Europa que lidera a rebelião contra ele. Quando a casa que formou o dirigente vira seu principal adversário, a conta política fica difícil de fechar.
E o Brasil nessa história? O que a crise significa para a CBF
Até o momento, a CBF não se manifestou publicamente sobre a candidatura de Infantino, e nenhuma outra federação seguiu o exemplo galês. Mas a eleição presidencial da Fifa para o mandato 2027-2031 se decide voto a voto: cada federação nacional, do Brasil ao País de Gales, tem exatamente um voto. Ou seja, o posicionamento das federações sul-americanas pode pesar muito na balança.
Para o torcedor brasileiro, a crise importa por um motivo direto: é a Fifa que define calendário, formato e distribuição de receitas das competições que envolvem a Seleção e os clubes do país. Uma disputa de poder em Zurique nunca fica só em Zurique. Se a rebelião europeia crescer, o futebol sul-americano será obrigado a escolher um lado.
FAQ
Por que o País de Gales retirou o apoio a Infantino?
A federação galesa (FAW) perdeu a confiança em Gianni Infantino após o plano fracassado de vender participações nas competições da Fifa a fundos de investimento privados, que gerou revolta mundial.
Qual era o plano de venda a fundos privados?
Infantino queria vender fatias das competições da Fifa a firmas de investimento privado. A reação global foi tão negativa, incluindo ameaça de boicote da Uefa, que o projeto acabou abandonado.
Quando será a próxima eleição presidencial da Fifa?
A retirada de apoio galesa se refere à candidatura de Infantino à reeleição para o mandato 2027-2031. A eleição ocorre em congresso da Fifa, com um voto por federação nacional.
A CBF também vai abandonar Infantino?
Até agora, a CBF não se pronunciou publicamente sobre o tema, e o País de Gales é a única federação a retirar o apoio. O cenário pode mudar se outras federações europeias seguirem o mesmo caminho.
Desde quando Infantino comanda a Fifa?
Gianni Infantino preside a Fifa desde 2016. Antes disso, ocupou vários cargos de destaque na Uefa, justamente a entidade que hoje lidera a resistência aos seus planos financeiros.
🏆 Análise IA Copa do Mundo 2026
O Mysports AI usa modelos de dados avançados para fornecer as melhores odds, análise de zebras e dicas de apostas.
Obter palpites